Quinta-feira, 29 de Junho de 2017

Não se perca ...

DSCF0639-1

Fuji FinePix S4500, 4mm, f/3.1, 1/80s, ISO 400
Por ai ... | Algarve | Portugal

 

"Se achar que precisa voltar, volte! Se perceber que precisa seguir, siga! Se estiver tudo errado, comece novamente!

Se estiver tudo certo, continue! Se sentir saudades, mate-as! Se perder um amor, não se perca!...Se o achar, segure-o! Circunde-se de rosas e ame... O mais é nada."

Fernando Pessoa

 


publicado por Paulo Brites às 16:07
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Quinta-feira, 22 de Junho de 2017

Caminhos

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Nikon D3200, 18-55mm @ 38mm, f/4.5, 1/640s, ISO 100
Por ai ... | Algarve | Portugal

 

Existem vários caminhos, várias direções. Cada um deve escolher o seu. Alguns caminhos se cruzam, outros não. O importante mesmo é caminhar, na direção que julgamos ser a melhor ou a que queremos… mas sem nunca deixar de pensar, que nada acontece por acaso … sempre existe uma razão neste cruzamento de caminhos.


publicado por Paulo Brites às 18:18
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Quarta-feira, 21 de Junho de 2017

Vamos?

DSC_8523-1

Nikon D3200, 18-55mm @ 18mm, f/10, 1/200s, ISO 400
Por ai ... | Algarve | Portugal

 

"Para Adão, o paraíso era onde estava Eva."

 

https://www.youtube.com/watch?v=14_-_N2xJ3I


publicado por Paulo Brites às 19:17
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Terça-feira, 20 de Junho de 2017

Hoje vais à praia? Vais ficar em casa? O que é que vais fazer?

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Nikon D3200, 18-55mm @ 18mm, f/3.5, 1/160s, ISO 100

Por ai ... em Portugal

 

-Hoje vais à praia? Vais ficar em casa? O que é que vais fazer?

-Não sei! Está muito calor! Com este calor não me apetece fazer nada …

-Sim verdade … este calor tiranos energia. Mas vais ficar em casa com esse calor? Não queres vir para à praia? … Então o que é que vais fazer?

-Não sei … está muito calor. No entanto ficar em casa não é solução …

-Claro que não! Em casa nada acontece!

-Bem que poderias vir comigo á praia!

-Mas está muito calor …

-Sim está mesmo muito calor! Se não queres vir não te poderei forçar a nada.

-Olha o que gostaria agora era não estar com esse dilema, se vou ou não contigo para a praia!

-Certo, mas isso é uma “consequência” não um “dilema” nem um “resultado”! Com ou sem calor o que interessa é a forma como tu encaras e vives a vida. O vires comigo para a praia ou ficares em casa não é “consequência” do calor! Tenta analisar isto de outra forma, que “resultado” pretendes?

-Agora sou eu que não estou a entender …

-Simples, existe uma grande diferença entre “consequência” e “resultado” em tudo aquilo que fazes, pensas ou queres.

-Como por exemplo?

-Um “resultado” é um desejo, um objetivo. É algo conscientemente desejado. Uma “consequência” é o que vem a seguir. Por exemplo: Se optares em ires para a praia dar um mergulho, brincar na areia … convidares uma amiga para te acompanhar e mesmo com muito calor passares umas horas a falar, a felicidade será uma “consequência”, porque vais tentar obter um “resultado”. Vais tentar um momento de felicidade.  E isso é uma “consequência”!

-Analisando desta forma, tens razão, mesmo com este calor é sempre melhor ir á praia ao invés que ficar em casa sem qualquer “consequência” …  

-Claramente! A “consequência” significa que se tu estás bem-disposta, aberta para a vida, com vontade de brincar de te divertires, de amares e seres amada … a felicidade acontecerá! Ao contrário se ficas fechada no teu “casulo” e somente pensas na felicidade ela nunca irá acontecer! Uma “consequência” é sempre o resultado de algo que tens que procurar … Se ficas em casa porque está calor, nunca saberás que “resultado” irás ter se fores para a praia. É assim em tudo na vida, no amor, no divertimento, no trabalho e nos sonhos …

-Mas o que quero mais na vida é ter esse “resultado”, ser feliz!

-Então vem comigo, vamos para a praia. Mas deixa-te ir sem te interrogares se vais ou não ser feliz por este momento! Porque se estás ansiosa pela felicidade essa ansiedade não te irá permitir ser feliz, por sua vez, não vais conseguir atingir o teu objetivo. Significa que o “resultado” que queres não o vais atingir e, também isso é uma “consequência” de ti própria.

A felicidade não é um “resultado”, é uma “consequência” … Tal como no amor se pensares que vais ser feliz por amares, a infelicidade será uma “consequência”, não um “resultado” e, ai não irás com toda a certeza ser feliz. Porque por muito motivada que possas estar, o amor não é motivação, isso é outra coisa … e tu não irás obter o “resultado” do teu objetivo. A “consequência” disso não é a felicidade …

O amor acontece, não existe motivação por detrás dele. E, quando isso acontece, não penses demais, nem faças “filmes” desnecessários … pensa antes que isso poderá ter uma “consequência” e que te irá levar a um “resultado” … a felicidade! 

-Ainda fiquei com mais calor e mais baralhada depois de te ouvir …

 

-Sim, mas afinal … vais à praia? Vais ficar em casa? O que é que vais fazer?

 

© Paulo Brites (excerto do meu novo projecto)


publicado por Paulo Brites às 15:35
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Segunda-feira, 19 de Junho de 2017

... que quer dizer "Cativar"

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Nikon D3200, 18-55mm @ 18mm, f/10, 1/50s, ISO 100
Por ai ... | Alentejo | Portugal

 

https://www.youtube.com/watch?v=4NipIU2_IbM

 

“ - Que quer dizer "cativar"?

- É uma coisa muito esquecida, disse a raposa. Significa "criar laços...".

- Criar laços?

- Exatamente, disse a raposa. Tu não és ainda para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...”

 

A raposa e o príncipe - Antoine de Saint-Exupéry


publicado por Paulo Brites às 13:32
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Domingo, 18 de Junho de 2017

Tudo está a correr bem!

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Foto NET - Autor desconhecido

 

A esta hora o balanço é de 60 mortes mais 2 de acidente de viação numa das estradas afetadas …

Bem, nem sei por onde começar, mas vou tentar ser o mais isento possível.

Duas mortes por acidente de viação (ressalvo e realço que se tratavam de civis) e fazendo fé nas notícias dos profissionais de comunicação, essas mortes foram numa das estradas mais afetadas com destroços do incendio. Bem a primeira pergunta que faço é como é possível que tal ou tais estradas estejam abertas ao trânsito e circulação de civis? Serão primos do nosso amigo “César”, que entretanto foram entregar em mão algum currículo? Não quero ir por ai …

Com a tragédia de ontem que infelizmente contínua … faz-me recordar alguns infelizes acontecimentos que neste Pais à beira mar plantado vai surgindo e, não querendo fazer nenhum exercício de memória recordo por exemplo o infeliz acidente do ano passado em que arderam cento e tal automóveis por negligência de alguns iluminados que somente se esqueceram que autorizar um parque de estacionamento num terreno rural sem que o mesmo tivesse as devidas “limpezas”, claro está que a probabilidade de um acidente era enorme … felizmente foram só danos materiais, no entanto, continua-se a não saber quem teve responsabilidade nessa autorização.

Depois recordo também as cheias na Madeira, as cheias no Algarve … onde se “canalizam” linhas de água … ou no caso do algarve se faz um jardim numa linha de água e porque fica bem e bonito, até uma rotunda se constrói, nada tenho contra as rotundas, mas fazer uma rotunda que ao mesmo tempo é barragem … claro está que a coisa não iria correr bem … e depois a culpa é do S. Pedro que resolveu abrir as torneiras …

Não vou recuar mais no tempo mas não quero deixar de relembrar as infelizes pessoas que confiavam na ponte de Entre-Os-Rios e que por lá iam circulando … em que unicamente a culpa foi da “ponte”.

Quem como eu, viaja por estes pais, com facilidade se apercebe que não existe qualquer política de ordenamento do território … porque simplesmente não existe!

Estamos no início do verão … terminou-se com a profissão de Guarda Rios que em conjunto com a Guarda Florestal só tinham uma mais-valia, que era conhecer melhor do que ninguém o terreno e a floresta, … as bermas das estradas estão todas limpinhas, os caminhos rurais e os corta fogos estão todos em condições e devidamente preparados para combater e prevenir algum tipo de acidente, os militares (refiro unicamente a Força Aérea e o Exercito) patrulham as nossas florestas como meio de prevenção e de inibição de fogos postos, os juízes estão no cumprimento da lei, lei essa que determina que os autores de fogos postos fiquem em liberdade com termo de identidade e residência, os nosso Bombeiros passaram o inverno a vender rifas para conseguirem ter dinheiro para o combustível que necessitam nessa altura (para não dizer outras coisas) e porque no nosso pais essa coisa dos incêndios não existe e é invenção das pessoas, o mais estupido é que á 40 anos que se inventa essas coisas … enfim, podemos dizer que estamos preparados para o inicio da época balnear …

Depois e para não ir mais longe acho “piada” quando as autoridades desde pais que demoram tanto tempo a perceber certas coisas, aqui somente coloco os responsáveis do governo e até o Presidente da Republica comecem logo a declarar à queima-roupa que tudo está a correu muito bem … na minha otica claro está que isso é o início da desresponsabilização.

Não me vou alongar e extravasar neste meu desabafo … desta vez a culpa foi da trovoada … as autoridades estavam com medo dos relâmpagos e não foram de imediato cortar as estradas á circulação … depois porque o vento não ajudou e, porque é sempre bonito ter uma floresta bem decorada, ordenada e bem limpa lá está outro culpado (claro que muitas vezes existem dificuldades e ontem elas existiram mesmo) …

Em forma de pré balanço e depois da rapidez tão “normal” neste pais, em abrir inquéritos e chegar a algumas conclusões, bem como apurar responsáveis, temos para já alguns culpados: A trovoada, o vento, o calor e a pouca humidade! Quanto ao resto e como diz o nosso Primeiro-ministro e o Presidente da Republica TUDO ESTÁ A CORRER BEM!

Como se diz no Alentejo … Por amor da Santa!


publicado por Paulo Brites às 15:29
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Segunda-feira, 12 de Junho de 2017

Sem legenda ...

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Nikon D3200, 50-200mm @ 135mm, f/5, 1/125s, ISO 100
Moura | Alentejo | Portugal

 

Ao contrário do que é normal, hoje partilho unicamente uma imagem sem que seja acompanhada por algum texto, porque, depois de tentar encontrar palavras para a legendar, não consegui de forma alguma. É caso para dizer, uma imagem vale mais do que mil palavras …


publicado por Paulo Brites às 15:37
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Quinta-feira, 8 de Junho de 2017

Promete lá outro encontro

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Nikon D3200, 18-55mm @ 48mm, f/10, 1/250s, ISO 400
Por ai ... | Alentejo | Portugal

 

https://www.youtube.com/watch?v=9_UE6jis1uY

 

"Recebi o teu bilhete

Para ir ter ao jardim

A tua caixa de segredos

Queres abri-la para mim

 

E tu não vais fraquejar

Ninguém vai saber de nada

Juro não me vou gabar

A minha boca é sagrada

 

De estar mesmo atrás de ti

Ver-te da minha carteira

Sei de cor o teu cabelo

Sei o shampoo a que cheira

 

Já não como já não durmo

E eu caia se te minto

Haverá gente informada

Se é amor isto que eu sinto

 

Quero o meu primeiro beijo

Não quero ficar impune

E dizer-te cara a cara

Muito mais é o que nos une

Que aquilo que nos separa

 

Promete lá outro encontro

Foi tão fugaz que nem deu

Para ver como era o fogo

Que a tua boca prometeu

..."

Rui Veloso - Primeiro Beijo


publicado por Paulo Brites às 01:10
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Quarta-feira, 7 de Junho de 2017

Ora ai está! Afinal tudo tem explicação.

cultura_nas_revistas.html

Foto retirada da NET

 

Hoje não partilho nenhuma foto minha, partilho uma foto retirada da “net” para ilustrar tão maravilhoso momento que vivi.

Sempre que vamos a um qualquer consultório médico, ou a qualquer local que tenha uma sala de espera e, para passar o tempo, existem sempre umas quaisquer revistas na dita sala para que, quem espere pela sua hora se vá entretendo … o problema é porque raio essas revistas são sempre revistas com um, dois, três ou mesmo vinte anos? Será que tais ilustres pessoas demoram tanto tempo a ler as revistas que compram e só depois de as ler as colocam na “sala” para que os seus clientes ou amigos as possam ler? Não sei porque será, mas verdade, desde que tenho memória acontece isso!

Ontem numa sala de espera do escritório de um dos meus clientes e para passar o tempo, enquanto não chegava a minha hora, fui folheando uma dessas revistas … era uma revista relativamente ressente tendo em conta as restantes revistas existentes, era uma revista de outubro de 2007. Sim é verdade! Porque as outras eram um pouco mais antigas … existiam por lá revistas de 1998 e mesmo de 1992 …

Como devem calcular e depois de esperar cerca de 1 hora e meia, porque tão simpático cliente é e sempre foi cumpridor á risca da pontualidade inglesa (já o conheço à cerca de 10 anos e ainda acredito nisso … eheheh) tive que o indagar e afrontar com tal situação das revistas que ele coloca á disponibilidade de quem o visita.

Até ai tudo bem … o engraçado foi a justificação dele para tal facto. Justificação essa que me fez rir de tal forma que até esqueci o “tempo de seca” que fez passar …

Explicou ele: Paulo, sabes quando passei pelo meu divórcio e depois de a minha ex-mulher tentar reatar tão comovente relação, que resolvemos meter fim de tão boa que era, eu pura e simplesmente lhe disse, na vida nunca devemos voltar a cometer os mesmos erros, regressar ás promessas quebradas e aos descaminhos, porque nunca se deve regressar ao que abandonamos ou a quem nos abandonou. Há lugares e pessoas para onde nunca mais deveremos voltar … não quero voltar a sentir o vazio da tua companhia!

E eu como é lógico depois de ouvir tais afirmações, pergunto, mas o que é que isto tem a ver com as revistas?

Ele - Mesmo depois de lhe ter dito aquilo e de pensar que todos na vida temos ou merecemos uma segunda oportunidade, acabei por ceder e reatamos a nossa “perfeita relação” acreditando na promessa dela que iria mudar. E na verdade mudou nos primeiros tempos … depois tudo voltou ao mesmo, porque acima de tudo ela era assim, seria impossível mudar o quer que seja se não existir vontade, dedicação e acima de tudo coragem para tomar certas decisões que poderiam, essas sim permitir continuidade … mas não! Tudo voltou ao mesmo! Claro está que seria impossível mantar tal relação … foi um atraso na minha vida e na minha felicidade.

Eu – Sim, mas continuo a não perceber a relação existente com tal aprendizagem na vida e as malditas revistas com tantos anos.

Ele – Como advogado tu sabes que a área em que me especializei foi a área dos “divórcios” e quando os meus clientes vêm com dúvidas sobre se reatarem a relação irá dar certo, eu pergunto-lhes se viram as revistas. A maioria dizem que sim mas também comentam que são muito antigas … Ao que respondo, mas já tinha conhecimento dessas notícias? Resposta deles: Sim … mas isso já foi á tanto tempo que não estou interessado em rele-las. E é assim que nós começamos a analisar o seu divórcio …

Bem … despois de umas não sei quantas gargalhadas e de ficar a perceber a existência de revistas com quase 20 anos, claro está que concordei a 100% com tal originalidade e lá comecei a tratar do que me fez deslocar a tão maravilhosa companhia e, que foi o meu trabalho.

E foi assim que pelo menos, nessa sala de espera, percebi a existência de revistas desatualizadas …  


publicado por Paulo Brites às 15:05
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Terça-feira, 6 de Junho de 2017

O peixe do Rio, o Pão e as suas gentes

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Nikon D3200, 50-200mm @ 50mm, f/11, 1/400s, ISO 400
Moura | Alentejo | Portugal

 

Com a proximidade de mais um evento que não irei querer perder de forma alguma, tanto pela sua qualidade, bem como, por todos os amigos que para esse lado tenho e que muito prezo, deixo aqui uma recordação. Porque a fotografia são recordações vivas e, sem elas a nossa vida não seria a mesma com toda a certeza. Recordo uma fotografia que foi menção honrosa na revista Nikon Brasil e que foi tirada num final de tarde de 2015, durante o ultimo evento do Festival do Peixe do Rio e do Pão, realizado bianualmente na cidade de Moura.


publicado por Paulo Brites às 01:26
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Segunda-feira, 5 de Junho de 2017

Silêncio ...

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Nikon D3200, 50-200mm @ 50mm, f/4, 1/160s, ISO 100
Por ai ... | Algarve | Portugal

 

Difícil fotografar o silêncio. Entretanto tentei. Eram 8 da noite ou 8 da tarde (conforme a perspetiva) existia um barulho extremamente silencioso … tudo o que me rodeava era aquela voz que, de tão calada que estava, se tornava insuportável. O céu tinha uma cor diferente de todos os céus, tinha uma cor triste de tão alegre que estava. Sim eu sei que estava rodeado de muita gente, gente essa, que também sentia o silêncio embora sem mostrar que o sentiam …

Estava numa daquelas festas chamadas “sunset” com o patrocínio do “Hendrix” e do pepino biológico … preparei a minha máquina e tentei fotografar o silêncio daquele barulho. De entre as muitas fotografias que tirei, destaco uma. Uma fotografia de uma onda! De uma onda do mar. Aquela tal onda barulhenta que nos faz lembrar o nosso sofá, quando se chega a casa e, ai, porque estamos sozinhos dizemos para nós próprios (para nos reconfortarmos) enquanto nos sentamos e pensamos …que bom, já tinha saudades de ti! Isso porque olhamos para o lado e somente vimos o silêncio de quem nos acompanha. Sei que é uma opção sentir esse silêncio, essa suposta paz que, tantas vezes é bem mais barulhenta do que o silêncio dessa onda. Mas sim, destaco essa foto.

No entretanto e, olhando para a linha do horizonte, vejo e sinto o azul do mar, o creme da areia … as bonitas cores que vinham da música, a alegria de um regresso, a felicidade de quem fica para saborear o aroma do pepino biológico e, ai, digo para mim mesmo: é difícil fotografar o silêncio … porque “ele” não existe. Está onde e quando nós queremos! É tão bom ouvir o barulho do sofá, o som da onda do mar, a luz da música e a música da cor!

Para uns o silêncio faz-se, oferece-se e pratica-se quando terminam o seu dia de praia e regressam ao seu habitat escolhido, para outros, é quando o transformam, porque não o aceitam e, lhe dão a devida alegria.

Afinal é impossível fotografar o silêncio, porque o silêncio acima de tudo somos nós que o sentimos, fazemos, permitimos e aceitamos! Nunca uma qualquer máquina fotográfica, poderá fotografar o silêncio …


publicado por Paulo Brites às 18:11
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Sábado, 3 de Junho de 2017

Não sei se faça convite ...

DSC_9357-1-2

Nikon D3200, 18-55mm @ 52mm, f/5.6, 1/125s, ISO 125
Monsaraz | Alentejo | Portugal

 

https://www.youtube.com/watch?v=7Qi04Ilmayo

 

Ai se eu disser que as tremuras

Me dão nas pernas, e as loucuras

Fazem esquecer-me dos prantos

Pensar em juras

 

Ai se eu disser que foi feitiço

Que fez na saia dar ventania

Mostrar-me coisas tão belas

Ter fantasia

E sonhar com aquele encontro

Sonhar que não diz que não

 

Tem um jeito de senhora

E um olhar desmascarado

De céu negro ou céu estrelado, ou Sol

Daquele que a gente sabe.

O seu balanço gingado

Tem os mistérios do mar

E a certeza do caminho certo

que tem a estrela polar.

 

Não sei se faça convite

E se quebre a tradição

Ou se lhe mande uma carta

Como ouvi numa canção

Só sei que o calor aperta

E ainda não estamos no verão.

...

 

Trovante - Namoro II


publicado por Paulo Brites às 21:16
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Quinta-feira, 1 de Junho de 2017

Dia 1 Junho

DSC_2480-1-2

Nikon D3200, 50-200mm @ 58mm, f/11, 1/500s, ISO 125
Por ai ... | Costa Vicentina | Portugal

 

Sempre tive alguma dificuldade em encaixar o dia “disso” e “daquilo”, tal como hoje, que é o dia da criança, recordo uma frase de Albert Einstein: “A palavra progresso não terá qualquer sentido enquanto houver crianças infelizes.”

Vale a pena pensar nessa frase todos os dias e não somente no dia da criança, no entanto, no dia de hoje, deixo aqui felicitações a todas as crianças desse mundo, independentemente da sua idade.


publicado por Paulo Brites às 16:59
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