Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2017

E agora o que se faz? Cada um é livre!

DSC_5779+LR5+A

Nikon D3200, 18-55mm @ 48mm, f/6.3, 1/250s, ISO 100

Praia do Pintadinho | Algarve | Portugal

 

Hoje de manhã numa das minhas viagens de carro e numa estação de rádio o jornalista falava com um psicólogo sobre a importância de “ALTERNAR” como forma de gerir os bons e os maus momentos da vida em todos os sentidos tanto pessoais como sentimentais, para se manter um equilíbrio emocional estável. Não consegui perceber nada do que se falava ou melhor achei um perfeito disparate, embora perceba que é importante gerir de forma positiva as diversas fases que na vida vamos tendo e vivendo mas como se pode fazer para alterna-las?

 

Quando se fala na palavra “Alterne” a nossa mente vai de imediato buscar a mais velha profissão do mundo … bem, a palavra “alterne” na língua de Camões significa: ora fazer uma coisa ora outra, de dispor de ordem alternada, de revezar, de fazer variar sucessivamente … então alternar é acima de tudo uma questão e uma escolha pessoal mas nunca poderá ser uma forma de gerir os bons e os maus momentos porque não se poderá dizer: “bem agora que tive um bom momento é a vez de ter um mau” ou então “gosto de ti mas porque o dia de ontem não foi bom e hoje estamos chateados vou ter com outra(o)” – isso é um absurdo! Alternar é bom, desde que se seja fiel aos nossos princípios mas alternar os bons e os maus momentos? A fidelidade e a infidelidade? Não entendo a sua opinião Drº Carlos Agostinho!  

Poderia escrever ou utilizar milhares de analogias para falar sobre isso … mas deixo aqui umas palavras de “Moacir Soledade” em que o “alternar” para gerir uma relação amoroso demostra claramente que é acima de tudo uma questão de personalidade, princípios, respeito e de firmeza!

 

"A beleza feminina até me fascina.

A luxúria, a sedução, também me atrai.

Mas não se "apoquente" menina.

Minha bússola é a razão

E como dizia Vinícius…:

Homem de bem, não trai."

 

O que esta imagem transmite será provavelmente um dialogo entre mãe e filha em que o tema poderia ser  um bom ou mau momento, uma boa ou má experiencia … tanto faz, o que se vê claramente é o sinal feito pela mão esquerda da filha … e que é ZERO!

Como poderei supor, o senhor será praticante do “alternar” como tal alterne, que amanhã possa ter um dia melhor e consiga explicar-se melhor! Uma boa tarde Drº Carlos Agostinho.


publicado por Paulo Brites às 19:16
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